Acesse e saiba mais:
https://youtube.com/shorts/z30zejRbsMs?si=n8aMe_7LYEBNqIIV
Blog para publicações livres da autora com objetivo de compartilhar as idéias e pesquisas psicanlíticas. Peço que tratem o aqui publicado como maneira de transmitir meu trabalho, por isso, caso queiram utilizar do conhecimento adquirido, por favor citem esse Blog como a fonte da referência.
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Abraços!
A partir de hoje, 04/10/2023, você poderá adquirir meu recente trabalho. Acesse o link e saiba um pouco mais.
Abraços.
Esta reflexão pode não ser fácil para alguns, mas sempre gosto de compartilhar o que me move.
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A incumbência terceirizada de protelar a vida do moribundo muitas vezes ultrapassa a capacidade dele. O moribundo, então, vive uma vida sem sentido mesmo que, e muito, sentindo. E o morrer passa a ser vivido como nosologia estabelecida podendo até ser batizada com o nome de Síndrome da Morte Congênita.
É provável, no futuro, que de fato a morte seja curável. Afinal, quem pode bater o martelo sobre o futuro humano, caso ele sobreviva à sua própria destrutividade? Só que agora a morte ainda não é doença, assim como o parto também não é, mas muitas vezes as importantes ocorrências da existência são devidamente enquadradas e tratadas como acontecimentos adoecidos e dentre eles incluo o nascimento, a morte e também a criatividade.
Por hora, os antibióticos não terão fim, as alterações bioquímicas decadentes também não, pois que a morte ainda não é uma doença a ser tratada. A vontade estará insondável para o exânime, posto que agora a luta já entrou no campo de batalha da morte, do irreversível. A entrada do exânime, o moribundo, no circuito protocolar o deixará mantido aos aparelhos até o fim e o já esfacelado sofredor acabará usado como troféu para enaltecer a batalha dos heróis salvadores. À sua volta, parentes tristes, mas em paz com suas consciências por terem usado todas as armas disponíveis da assistência hospitalar, para a qual o moribundo poderá tornar-se um temerário fantasma jurídico depois de morto. Eu não sou heroína salvadora. Não quero salvar o moribundo do inexorável e sempre me questiono sobre minhas idéias pensadas e atitudes tomadas na busca por entender o quanto, de mim, tento salvar em nome dele.
- " Mas Dr. , ele mexe incessantemente a perna e a aperta com a mão que ainda se move como quem sente dor ... 🥺😓!!! ".
- " Isso é decorrente do AVC... parará, larará, piriri, pororó... 🚑 ".
- " Não, Dr. "Isso" é o meu pai sentindo! Indicando que está vivo e por isso pode sim viver a morte."
Um diálogo esquizóide de um mundo de fantasias esquizóides vividas como realidade.
São apenas pensamentos e não são cabíveis, ou modelo para qualquer um. São só reflexões de momento. 🙋🏻♀️⚘😘
Acesse: https://youtu.be/CBWwQXtXeG8

🌺 Pois que todo o investimento é feito no concreto, sólido, palpável e a parte maior, invisível aos olhos mas predominante em quantidade, é renegada, ou sacralizada - o que dá no mesmo.
🌺 O ocultismo não é sobrenatural e sim o desconhecido. Psicanálise é o método científico para a investigação do inconsciente, do oculto, do desconhecido. Daquilo que o método científico natural não alcança, do impalpável não sacralizado.
🌺 O igual é busca inglória, pois tudo indica que não existe. Essa incansável e inabalável crença (que eu suponho crença ), muito curiosa por sinal, se reedita constantemente como se necessidade fosse. Talvez seja mesmo uma necessidade psicológica de se prolongar no mundo se duplicando no outro, não bastando a geração biológica de descendência, mas extrapolando essa condição. A igualdade é uma daquelas coisas que nem clone valida. Ela é a mulltiplicidade existente no singular. A igualdade e a intolerância são prima-irmãs.
🌺 A crença na normalidade é realimentada por engodo. Deturpação da vida. Desconsidera a função, ou o dom de cada um retirando o que há de melhor, mais aperfeiçoado e produtivo jogando a todos numa vala comum sem chance de cumprir seu mérito para com a vida.
🌺 Ao trabalhar com pesquisa precisamos ser capazes de seguir direções incomuns, quando elas se apresentam. Principalmente quando o método é o psicanalítico. O inusitado, o oculto, o recalcado, o surpreendente, o totalmente infinito desconhecido são os objetos de estudo desta ciência. Em Moisés e o Monoteísmo (1938), Freud argumenta, ao não usar o conceito de inconsciente coletivo de Jung, que o inconsciente é universal. Esta diferenciação é crucial para o entendimento da idéia do não saber, tão cara ao método. Que a pulsão epistemofílica nunca nos falte.
Acesse e saiba mais: https://youtube.com/shorts/z30zejRbsMs?si=n8aMe_7LYEBNqIIV